
sexta-feira, março 18, 2011
o Início

quinta-feira, março 17, 2011
sexta-feira, março 11, 2011
Lost Cause (Beck)

Your sorry eyes; they cut through bone
They make it hard to leave you alone
Leave you here wearing your wounds
Waving your guns at somebody new
Baby you're lost
Baby you're lost
Baby you're a lost cause
There's too many people you used to know
They see you coming they see you go
They know your secrets and you know theirs
This town is crazy; nobody cares
Baby you're lost
Baby you're lost
Baby you're a lost cause
I'm tired of fighting
I'm tired of fighting
Fighting for a lost cause
There's a place where you are going
You ain't never been before
No one left to watch your back now
No one standing at your door
That's what you thought love was for
Baby you're lost
Baby you're lost
Baby you're a lost cause
I'm tired of fighting
I'm tired of fighting
Fighting for a lost cause
quarta-feira, março 09, 2011
O tempo
segunda-feira, março 07, 2011
sábado, março 05, 2011
Saudades de Ismael
quarta-feira, março 02, 2011
Dos patrias by Martí

"Dos patrias tengo yo: Cuba y la noche.
¿O son una las dos? No bien retira
su majestad el sol, con largos velos
y un clavel en la mano, silenciosa
Cuba cual viuda triste me aparece.
¡Yo sé cuál es ese clavel sangriento
que en la mano le tiembla! Está vacío
mi pecho, destrozado está y vacío
en donde estaba el corazón. Ya es hora
de empezar a morir. La noche es buena
para decir adiós. La luz estorba
y la palabra humana. El universo
habla mejor que el hombre.
Cual bandera
de la vela flamea. Las ventanas
abro, ya estrecho en mí. Muda, rompiendo
las hojas del clavel, como una nube
que enturbia el cielo, Cuba, viuda, pasa"...
MARTÍ
El Poeta de Picasso
domingo, fevereiro 27, 2011
La edad crítica , la poesia moderna, etc

(francês fasciner, do latim fascino, -are, encantar, lançar feitiços, fascinar)
v. tr.
1. Subjugar, atrair a si com o olhar.
2. Prender com feitiços.
3. Fig. Deslumbrar.
4. Encantar.
5. Seduzir, alucinar.
"La historia de la poesia moderna - al menos la mitad de esa historia - es la de la fascinación que han experimentado los poetas por las construciones de la razon crítica. Fascinar quiere decir hechizar, magnetizar, encantar; asimismo: engañar."
Octavio Paz en Los hijos del limo
sábado, fevereiro 26, 2011
By Jaime Sabines
Yo siempre estoy esperando a que los muertos se levanten, que rompan el ataúd y digan alegremente: ¿por qué lloras?
Por eso me sobrecoge el entierro. Aseguran las tapas de la caja, la introducen, le ponen lajas encima, y luego tierra, tras, tras, tras, paletada tras paletada, terrones, polvo, piedras, apisonando, amacizando, ahí te quedas, de aquí ya no sales.
Me dan risa, luego, las coronas, las flores, el llanto, los besos derramados. Es una burla: ¿para qué lo enterraron?, ¿por qué no lo dejaron fuera hasta secarse, hasta que nos hablaran sus huesos de su muerte? ¿O por qué no quemarlo, o darlo a los animales, o tirarlo a un río?
Habría que tener una casa de reposo para los muertos, ventilada, limpia, con música y con agua corriente. Lo menos dos o tres, cada día, se levantarían a vivir".
De: Otro recuento de poemas
JAIME SABINES
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
Autonomia da arte na modernidade ("edad crítica")
estou lendo Los hijos del limoQue outro tipo de autonomia teria a arte?
A maneira como ele enleia seus argumentos de alguma forma vão contra os estudos de literatura e sociedade? Que tipo de crítica faz Octavio Paz?
gravura de Paul Klee
terça-feira, fevereiro 22, 2011
Portuñol (disculpame pero perdóname)

De hecho, lo mejor que me pasó en la biblioteca es que también iba por el livro más conocido de Oliverio Girondo que se llama Veinte poemas para ser leídos en el tranvía. Logré hallarlo, una edición antigua que hizo parte de la coleción del gran Néstor Perlongher. (me lo dijeron que ese autor fue un gran escritor y maestro aqui en São Paulo, de hecho, en Campinas, todavía no lo he leído)
También buscaba a un libro de Borges y lo encontré. Lo estuve leyendo, padrísimo! La historia universal de la infamia.
segunda-feira, fevereiro 21, 2011
Sonho (uma história universal)
domingo, fevereiro 20, 2011
MILONGA (Oliverio Girondo)

Sobre las mesas, botellas decapitadas de “champagne” con
corbatas blancas de payaso, baldes de níquel que trasuntan
enflaquecidos brazos y espaldas de “cocottes”.
El bandoneón canta con esperesos de gusano baboso, contradice
el pelo rojo de la alfombra, imanta los pezones, los
pubis y las puntas de los zapatos.
Machos que se quiebran en cuarto ritual, la cabeza hundida
entre los hombros, la jeta hinchada de palabras soeces.
Hembras con las ancas nerviosas, un poquito de espuma
en las axilas, y los ojos demasiado aceitados.
De pronto se oye un fracaso de cristales. Las mesas dan
un corcovo y pegan cuatro patadas en el aire. Un enorme
espejo se derrumba con las columnas y la gente que tenía
dentro; Mientras entre un oleaje de brazos y de espaldas estallan
las trompadas, como una rueda de cohetes de bengala.
Junto con el vigilante, entra la aurora vestida de violeta.
Bueno Aires, octubre, 1921
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
terça-feira, fevereiro 15, 2011
Los Puentes de Königsberg

Era uma vez dois narradores. Era uma vez 6 meninas desaparecidas. Era uma vez Floro, Blasco, Polaco, suas bebedeiras e suas histórias. Era uma vez o desaparecimento da filha dos Gortari. Era uma vez Andrea e o filho dos Gortari, uma professora e um aluno. Era uma vez Laura, Floro e uma obra de teatro. Era uma vez a Señora Alvarado e sua filha desaparecida, Araceli. Era uma vez Alberta, Blasco e uma caixa de bonbons. Era uma vez Nicole, Lucas David e as Crônicas prussianas. Era uma vez 1944 e 1968. Era uma vez 1410 e 1583. Era uma vez Monterrey e Königsberg. Era uma vez sete pontes. Era uma vez a guerra. Era uma vez um rio. Era uma vez tudo ao mesmo tempo.
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
Lo cierto (Camila Moreno)
De tanta carne sin masticar
lluvia o rubí
se queda en sí, así no se puede dar
Lo que esta afuera es el final
yo no por ti
tu no por mi, por dentro rugirá
De tanta piedra que granizar
vino a caer
lo imposible de nuevo por no ver
Y si estamos despiertos
pa' cuando llegue la mitad
él le dirá todo lo cierto
su amor entero siempre llegará
domingo, fevereiro 13, 2011
Você pode ir na janela (Sérgio Guilherme Filho)

Se não vai...
não desvie a minha estrela
não desloque a linha reta
Você só me fez mudar
mas depois mudou de mim
Você quer me biografar
mas não quer saber do fim
Mas se vai...
Você pode ir na janela
Pra se ammorenar no sol
que não quer anoitecer
E ao chegar no meu jardim
mostro as flores que falei
Vai sem duvidar
Mas se ainda faz sentido, vem
Até se for bem no final
será mais lindo
Como a canção
que um dia fiz
pra te brindar
Foto: William Burrooughs de Richard Avedon
sábado, fevereiro 12, 2011
Ipseidade e sua dispersão
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
Arte do chá (Paulo Leminski)
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
Los Puentes de Königsberg (de David Toscana)

Königsberg, continuó la maestra Andrea, es una de las ciudades más bellas del mundo, muy distinta a esta pocilga. Se sabe que allá vivió uno de los más sabios filósofos de la historia; también nació un escritor tan maravilloso que hizo hablar a un gato y nombró a los que no tenian nombre; en aquella ciudad los literatos armaron una tormenta, se enamoró el más intenso de los compositores románticos y un matemático hizo teología con el álgebra. (39)
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
Aprendizado (Barulhos) de Ferreira Gullar

"Do mesmo modo que te abriste a alegria
abre-te agora ao sofrimento
que é fruto dela
e seu avesso ardente.
Do mesmo modo
que da alegria foste
ao fundo
e te perdeste nela
e te achaste
nessa perda
deixa que a dor se exerça agora
sem mentiras
nem desculpas
e em tua carne vaporize
toda ilusão
que a vida só consome
o que a alimenta"
domingo, fevereiro 06, 2011
Domingo (Mário de Andrade)
sábado, fevereiro 05, 2011
Encontros e despedidas ( PARA Dona Olimpia e Seu Emílio)
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
Mais Feliz
Composição: Dé/ Bebel Gilberto/ Cazuza
O nosso amor não vai parar de rolar
De fugir e seguir como um rio
Como uma pedra que divide um rio
Me diga coisas bonitas
O nosso amor não vai olhar para trás
Desencantar, nem ser tema de livro
A vida inteira eu quis um verso simples
P'ra transformar o que eu digo
Rimas fáceis, calafrios
Fure o dedo, faz um pacto comigo
Num segundo teu no meu
Por um segundo mais feliz
terça-feira, fevereiro 01, 2011
Vambora (Composição: Adriana Calcanhotto)
E diga que me adora
Você tem meia hora
Prá mudar a minha vida
Vem, vambora
Que o que você demora
É o que o tempo leva...
Ainda tem o seu perfume
Pela casa
Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara?
Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro
Dentro da noite veloz...
Ainda tem o seu perfume
Pela casa
Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara?
Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro
Na cinza das horas...
segunda-feira, janeiro 31, 2011
minha demissão subjetiva

"Vontade de me jogar fora"
Susceptível
Alienável
Insustentável leveza
Sonho cursos fluviais e portos distantes
Viagens insólitas
Vontade de comer corn dogs
Vontade de comer pretzels com você em NYC ou Tenesee
Vontade do nada
Vontade de me desintegrar em soluços
Sonho o último suspiro
Foto buscada no ggogle por pesquisa com palavras chave "metonímia do ser" (Acho que de domínio público)
domingo, janeiro 30, 2011
Detrás do rosto (Ferreira Gullar)
sexta-feira, janeiro 28, 2011
A Página do Relâmpago Elétrico (Beto Guedes Composição: Beto Guedes e Ronaldo Bastos)

Abre a folha do livro
Que eu lhe dou para guardar
E desata o nó dos cinco sentidos
Para se soltar
Que nem o som clareia o céu nem é de manhã
E anda debaixo do chão
Mas avoa que nem asa de avião
Pra rolar e viver levando jeito
De seguir rolando
Que nem canção de amor no firmamento
Que alguém pegou no ar
E depois jogou no mar
Pra viver do outro lado da vida
E saber atravessar
Prosseguir viagem numa garrafa
Onde o mar levar
Que é a luz que vai tescer o motor da lenda
Cruzando o céu do sertão
E um cego canta até arrebentar
O sertão vai virar mar
O mar vai virar sertão
Não ter medo de nenhuma careta
Que pretende assustar
Encontrar o coração do planeta
E mandar parar
Pra dar um tempo de prestar atenção nas coisas
Fazer um minuto de paz
Um silêncio que ninguém esquece mais
Que nem ronco do trovão
Que eu lhe dou para guardar
A paixão é que nem cobra de vidro
E também pode quebrar
Faz o jogo e abre a folha do livro
Apresenta o ás
Pra renascer em cada pedaço que ficou
E o grande amor vai juntar
E é coisa que ninguém separa mais
Que nem ronco de trovão
Que eu lhe dou para guardar
quinta-feira, janeiro 27, 2011
Trenzin ( Ferreira Goulart)
quarta-feira, janeiro 26, 2011
Cuadro por cuadro (Historias mínimas)

Cuadro por cuadro
Quando se trata de pensar e escolher uma cena favorita, e por conseguinte, um filme favorito, aflui na memória uma massa amorfa de cenas que não sei realmente distingui-las. Minha mente, acostumada com as imagens, praticamente não as saboreia, mas as absorve. Quero dizer, na era do espetáculo e da imagem, é muito difícil você desfrutar as imagens. No máximo, absorvemos elas sem muito prazer.
Então quando nos propomos a uma tarefa tão árdua vem primeiro, acho eu, títulos memoráveis, histórias favoritas e diretores consagrados. Fellini, Truffault, Kieslowski, ou os planos sequências de Andrei Tarkóvski, Win Wenders, Carlos Reigadas, aí as cenas começam a aparecer, no entanto, ainda como num daqueles sonhos cujo relato se torna impossível e incomunicável dado a quantidade de informação e a rapidez que as imagens lhe apareceram no sonho. Aí vc se volta para casa e, como um bom brasileiro aficionado pela cidade de São Paulo, se lembra de Person e dos planos de São Paulo S/A. Ou se lembra da criatividade de Glauber Rocha e a sua sofisticação precária na maneira de filmar o Eldorado. Ou se lembra dos requintes de Walter Sales e Fernando Meireles que, embora tenham muita técnica e recursos, às vezes lhes falta a cor da paixão em suas cenas. No entanto, os planos da já famosa galinha na abertura e final de Cidade de Deus nos fazem suspirar e achar que ainda há uma luz no fim do túnel.
Mas não queria ser bairrista, tampouco nacionalista, e me lembrei que o cinema argentino sempre me impressiona por suas cores, sua paixão e musicalidade. Um filme que não me sai da cabeça é o Histórias mínimas de Sorín. Assim, para não cair nas velhas cenas inesquecíveis que já se tornaram mais que previsíveis neste tipo de escolha onde Mastroiani e Anita Ekberg são repetidamente citados, ou um plano sequência de Orson Wells, no caso de a escolha ser mais intelectualizada, eu fico com qualquer cena deste filme de Sorín que me enche de emoção cada vez que o assisto.
Mas para não ser injusto na minha resposta e refinar com precisão as cenas, poderia escolher os planos que envolvem o personagem Don Justo, um octogenário, em sua busca por seu cachorro Malacara. Talvez a cena do aparente reencontro, talvez a primeira cena em que aparece Don Justo na beira da estrada entretendo a criançada. As cores azul e branca do céu da Patagônia austral de Sorín tem mais outras tantas cores. O amêndoa ou o laranja da sua terra e de seu horizonte se transformam em mais outros milhões de cores.
Inspirado num texto de Adriana Aizenberg na sessão Radar do jornal argentino Pagina 12
http://www.pagina12.com.ar/diario/suplementos/radar/17-6776-2011-01-26.html
terça-feira, janeiro 25, 2011
TRISTURA ( by Mario de Andrade)

Profundo. Imundo meu coração...
(...)
Minha alma corcunda como a avenida São João...
(...)
Paulicea, minha noiva... Há matrimônios asssim...
Ninguém os assistirá jamais!
(...)
E tivemos uma filha, uma só...
Batismos do snr. cura Bruma;
Água benta das garôas monótonas...
Registrei-a no cartório da Consolação...
Chamei-a Solitude das Plebes...
(...)
Foto de Aurélio Becherini
segunda-feira, janeiro 24, 2011
sair, tentar se distrair

sexta-feira, janeiro 21, 2011
El Astillero (1961 –Juan Carlos Onetti)

Personagens principais:
Larsen (ou Juntacadáveres)
Kunz
Gálvez
Jeremias Petrus
Angélica Inês Petrus
Dr. Diaz Grey
Enredo e impressões textuais
Num estaleiro fantasma, acerca da famosa cidade de Santa Maria, o protagonista Larsen se lança numa empresa que mais parece um jogo de ilusões. Já homem de meia idade, ele segue em busca de suas ambições materiais, simbólicas e de uma espécie de tesouro perdido, aceita gerenciar uma empresa em ruínas, em princípio almeja casar-se com a filha do dono do negócio e liquidar o patrimônio ou os escombros do que resta do antigo Puerto Astillero.
O narrador se divide em algumas vozes ou alguns tons, uma voz testemunha os eventos e possui uma onisciência relativa, se é que se pode chamá-la assim, ou melhor, possui uma narrativa um tanto subjetiva que às vezes chega a basear-se em depoimentos das próprias personagens. Há também um tom menos intervencionista, mais lírico, capaz de interpolar a narrativa em digressões cheias de figuras de linguajem e imagens poéticas sobre as personagens e suas histórias particulares que as caracterizam. Ou, por vezes, uma mescla destas duas vozes ou tons que predominam na narrativa, é o caso do capítulo “Santa Maria IV” – que conta um pouco a história de Angélica Inês – para caracterizá-la tanto fisicamente quanto psicologicamente - por meio da visão e impressões de Diaz Grey. Assim, ainda que lírico, o narrador é altamente manipulador.
quinta-feira, janeiro 20, 2011
Para C.

Dona Olímpia
Milton NascimentoComposição: Toninho Horta e Ronaldo Bastos
Vai e não esquece de chorar
Vê se não esquece de mentir
Dizer até manhã
E não regressar mais
Vê se não esquece de sumir
É ficou assim, caiu no ar
É passou assim, não quer passar
Não pára de doer
E não vai parar mais
Nem de vez em quando vai sarar
Me xinga me deixa me cega
Mas vê se não esquece de voltar
Tentar compreender
Quase não falar mais
E nem ser preciso perdoar
Me xinga me deixa me cega
Mas vê
Foto de Luis López - Ouro Preto 2010
terça-feira, janeiro 18, 2011
O ponto cego do eu?

"Vontade de me jogar fora"
Assim como alguém que ao mesmo tempo que trai a todos também é traído por todos, ou melhor, menos, talvez, por você. Sei que te quero mas não tenho coragem de dizer tudo aquilo que eu omiti. Acho que isso tem de ver com minha famosa covardia. Isso não tem cura.
quinta-feira, janeiro 13, 2011
Trecho de o Mal estar da civilização. (Como isso pode ser possível?)
Around the fish (1926) - PAUL KLEEFREUD
http://www.espacoacademico.com.br/026/26tc_freud.htm
Para C.

¿Qué tienen los viajes que producen tanta alegría? Aun el más breve sugiere algo a modo de renovación, o de muerte. Diarios. Pizarnik.
Queria ter conhecido Havana, Cuba e todo México com vC.
Mas agora é tarde, é sempre tarde.
Quanta estupidez minha além da já famosa covardia.
O monstro foi encontrado pelas ruas da charmosíssima Havana, dizem que ele ainda aterroriza seus moradores.
quarta-feira, janeiro 12, 2011
Descartável ( Chico Alvim)
segunda-feira, janeiro 10, 2011
Pablo and Andrea

show me where you keep all your secrets upstairs
night after night you sleep while they're setting off flares
someone came and took all the roses away
now you'll sit showing me tears if you want me to stay
cause down the street all the meters have run out of time
run out of time
I waited for you as the trees swayed out of time
in a crowded room I pick up your lonely stare
I'll cover for you like a slipcover covers a chair
but someone came and took all the roses away
it was only 5 minutes, it felt like it stretched into a day
someone came and took all the roses away
took all the roses away
took all the roses away
Blue line swinger

And I'm willing to hold your hand while you're lost,
while you're so full of doubt
Walk for miles, on your own loose ends, I'll find you there
I'll find you there
You, you walk up thin blue lines possible with reality
And I, I see through small red eyes,
glowing still at your uncertainty
Out of darkness you will come around, I know you will
I know you will
And I'll find you
(cena do filme Año Uña)
domingo, janeiro 09, 2011
segunda-feira, janeiro 03, 2011
se eu morrer amanhã

morreria também minha covardia e meu desespero e tudo continuaria como sempre foi desde sempre.
O Rio
Ser como o rio que deflui
Silencioso dentro da noite.
Não temer as trevas da noite.
Se há estrelas nos céus, refletí-las.
E se os céus se pejam de nuvens,
Como o rio as nuvens são água,
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranquilas.
BANDEIRA
Sonho com Urubamba estes dias e com o Amazonas que nunca vi













