terça-feira, novembro 28, 2017

Almost forgot...

Last night I dreamt about words, novels and poets and I could remember the words I was dreaming about and my confusion... dreaming about poems, and lyrics, and essays on decolonization, such a perfect day, such a perfect dream... wretched, basically the whole argument, plot or whatever was around, or about this word wretched, then I remembered that the night before I was reading my favorite argentinian poet: Alejandra Pizarnik, a writer who really got the meaning of lots of words and embraced herself on them, with them... the one in love with the wind, the one in love with the breeze...the one in love with the abyss... I guess I was dreaming in English like I did for the frst time when I was around my 30's... at that time was great...last time was awesome...

domingo, novembro 19, 2017

indefinido e infinito

"E il naufragar m'è dolce in questo mare"


sexta-feira, novembro 17, 2017

El baile de los dedos:



Para Alejandro e Ingrid
Unos trabajan con la música
Unos, con el lenguaje
Otros con las dos
El trabajo del contrabajo

En el baile de los dedos
Llano negro sin trastes
Trabajo con miradas, enamoramientos y sonidos

Los ojos negros, el pelo azabache en el metro
Desde Anhamgabaú hacia Jabaquara
El erotismo de la música
Y de los dedos
Los erotismos de los ojos
Con la pluma bailando sobre el papel

La pluma y el papel juegan
Tiñe la hoja en el baile de las manos
Una canción sabe a película
En el baile de la vida
(Hay una pareja compleja)

Sigue el baile
El bajo, la chava
En el baile de los dedos
Sobre un palco fretless
La chava sigue juiciosa
Las  manos, el dedo, los dedos y la herida
Hacen parte del concierto

domingo, setembro 03, 2017

Em busca de Cesárea Tinajero:



Tudo começa com os diários de Juan García Madero um jovem poeta órfão em busca de uma identidade, de uma escrita, de leituras e da iniciação no amor. Seu diário nos apresenta os Detetives selvagens, mexicanos perdidos no México, uma geração de amigos, poetas, escritores, pintores que nasciam do trauma de Tlateloco. 

quinta-feira, agosto 31, 2017

Desde Tucuruvi hacia Chapultepec


Para Antonio N. y Camila G. y Papasquiaro

Amistad y libros perdidos

desplazamientos, traslados, combinaciones
Poetas y sociedades secretas
viviendo bajo las cloacas de la más grande ciudad del mundo

Amistad y amores perdidos
amores desbocados
Bajo la Luna del DF
bajo el Sol de SP
añora, chupa, fuma y

Escribe.

sábado, agosto 26, 2017

(Todos los libros del mundo están esperando a que los lea)


O que é literatura? É texto, frase, narrativa, poesía e desvencilha-se do cotidiano. A literatura é criação de tempos e espaços outros. É diálogo, debate ou acolhimento entre seres distantes e separados pelo espaço e ás vezes pelo tempo.  Literatura é perturbação e aturdimento ou simplesmente fruição. A literatura pode ser sublimação e escatologia ao mesmo tempo. Literatura é processo. É discurso. Literaturas são antenas de várias épocas. Literatura é saber e ao mesmo tempo pensar contra si mesmo. Literatura é a história dos vencidos e a dos vencedores. Literatura é revolta porém também pode ser conciliação. É desvio e atalho, literatura é resignação. Literatura é uma narrativa da história das palavras em direção a solidão. É ilusão literatura. É mentira no seu mais alto nível. Literatura é mentira que se inventa para soporizar angústias, medicar feridas, organizar o caos. Literatura é o ato de dar sentido ao que não tem sentido. Literatura é desejo transcrito. É falta e recompensa. Literatura é algo que está sempre moribunda ou em perigo, no entanto nunca morre. Literatura é um conjunto de dúvidas diabólicas ou pode ser a dúvida mais certa. Literatura é negação. Literatura é e vice versa. É périplo periclitante. È uma odisseia ou travessia duvidosa e solitária. Literatura é travessia muitas vezes povoada de companhias presentes ou ausentes. Literatura é um enredo, um tecido de experiências e narrativas do outro em mim. Literatura é o que me faz perceber melhor o outro e o meu próprio eu.  

terça-feira, junho 20, 2017

"tudo que se pode imaginar é real"



porque a palavra sonho vem sendo maltratada ultimamente:
sonho, palavra maltratada
tal qual a ideia de beleza foi difamada neste torvelinho
nos sobram as belas canções de nossa Pátria Grande
que caminharão no espaço e no tempo
numa viagem até a solidão

quinta-feira, maio 25, 2017

Farrapos de ideias



Um dia uma grande mulher juntou essas duas palavras acima  pra escrever sobre os descasos, as mazelas e injustiças que então eram recorrentes em 1920 e que fluem até hoje em nossa sociedade. Gostaria de usar estas palavras suas pra juntar ideias e organizar saídas, ou pelo menos tentar entender e perceber o atual estado das coisas aqui no Brasil do golpe. Hoje também mostrei na escola onde trabalho pra um punhado de gente jovem que há grandes heróis brasileiros e nosso trabalho é ressuscitar e falar sobre eles nas escolas, fábricas, nos escritórios e no comércio, nos bares e campinhos, igrejas e bibliotecas, na tevê e nos cinemas, nos cafés e nos botecos. Salve mestra Antonieta de Barros.

terça-feira, maio 23, 2017

Desde el fin del mundo hasta el rio Bravo


Soy el recuerdo de mi madre
        el continente absurdo

Soy la lontananza
       la añoranza de la región más transparente

Soy las niñas y los niños en las calles
       los invisibles rucos y rucas callejer@s

Soy los que no tenían voz hasta ayer

Soy los que no sabían escribir hasta ayer

Soy los muertos olvidados
     
El desierto, los desiertos, los cerros, las selvas y los animales más débiles y feroces

Soy el más grande genocidio olvidado

Soy la sangre y sus huellas en la historia de los vencidos

Soy la madre de la poesia mexicana

Soy la ultima noche del mundo





terça-feira, maio 16, 2017

Yuyos ruines


O narrador propõe outros tipos de relações entre o eu e o outro nas quais​ a linguagem e o espaço tecem tramas inimagináveis, e onde quase tudo está conectado embora as conexões seguem muito além da razão e lógicas clássicas ou greco-romanas ou judaica-cristãs.
Ontem ouvia poemas, ou seja, os recitava mentalmente enquanto lia uma página de Los detectives salvajes. Em tempos de tanto ruído, foi interessante a experiência. Vou tentar novamente, desta vez por mais páginas e por mais tempo. Tive a impressão que meus olhos paravam atentamente em muitos substantivos.
Hoje assisti Paterson de novo e às vezes fechava os olhos para alguns diálogos já previstos e alguns poemas. Fiz isto para perceber outras imagens e outras cores, enfim, outros sons. Anotei algo sobre poemas e autores que devo ler.

domingo, maio 14, 2017

Punks poetas

La dificultad de leer está en la dificultad de establecer prioridades. Además, la necesidad de compartir fotos y lecturas en las redes sociales, o algo por el estilo, me desconecta de las lecturas y sus imágenes. Qué chingaderas!

sábado, maio 06, 2017

Festina Lente


"Entre as múltiplas virtudes de Chuang-Tsê estava a habilidade para desenhar. O rei pediu-lhe que desenhasse um caranguejo. Chuang-Tsê disse que para fazê-lo precisaria de cinco anos e uma casa com doze empregados. Passados cinco anos, não havia sequer começado o desenho. “Preciso de outros cinco anos”, disse Chuang-Tsê. O rei concordou. Ao completar-se o décimo ano, Chuang-Tsê pegou o pincel e num instante, com um único gesto, desenhou um caranguejo, o mais perfeito caranguejo que jamais se viu."
(Italo Calvino)

"Un giorno il re chiede a Chuang-Tzu – il più bravo pittore della Cina – il disegno di un granchio. Chuang-Tzu risponde: “Ho bisogno di cinque anni di tempo e di una villa con dodici servitori!”. Il re acconsente. Dopo cinque anni il re va nella villa per vedere l’opera di Chuang-Tzu, ma scopre che il disegno non è ancora cominciato. “Ho bisogno di altri cinque anni per finire il mio lavoro” dice Chuang-Tzu. E il re acconsente di nuovo. Dopo altri cinque anni torna nella villa per vedere se il disegno è pronto. Chuang-Tzu allora prende in mano un pennello e in un momento, con un solo gesto, disegna un granchio, il più perfetto granchio mai visto."

(Italo Calvino)

terça-feira, maio 02, 2017

Tudo que se pode dizer é mentira:



Cúmplices e culpados em versos tristes
Saudades que morrem ou são mortas
Mas então veem outras

Chega Maio e eu nunca estive À Sombra do Vulcão

Culpados e cúmplices, me entrego e nos entrego a outros versos, outras linhas, outras canções
Mas não ligo nada com coisa alguma, nem ponto A tampouco B
Escondendo minha tristeza pra cuidar da vida
E minha saudade, o amor à Flor de Cactos

sábado, abril 29, 2017

O real perturbado e contaminado pela ficção

"Nem tudo é ficção mas tudo pode ser lido como ficção. Ser borgeano é ter a capacidade de ler tudo como ficção e de acreditar no poder da  ficção. A ficção como uma teoria da leitura." (Piglia)

quinta-feira, abril 27, 2017

Baderna

Amanhã vai ter baderna? Diz um coração sem muita informação, sem esperança e colonizado. Um coração que mistura assuntos mas não bate mais, não se move e tampouco sente que faz parte dá massa.

segunda-feira, abril 24, 2017

Abandono e desmemoria




Nas florestas ou nas cidades onde Dallana e curimins morrem de espanto e gripe; Onde Mercedes e muitas outras mulheres resistem, sofrem e morrem... e seguem contando suas histórias e resitem e morrem...
Cuales son los límites de lo literario que articulan lo político y las narrativas que no siguen lo de la ilusión y el fetichismo del progreso. 
Cómo enlazar el poético, el estético y lo político?

sexta-feira, abril 21, 2017

Shuar

Nankints es un un mundo muy lejos en la Amazonia Andina

Tierra de vallentes mujeres y hombres que resistieron a los incas

Donde hoy se muere de espanto y gripe

segunda-feira, abril 17, 2017

Alegria, tempo e memória




(Foto: Anka Zhuravleva)

Seu Paulo, em seu universo racionalista, me diz que a vida é uma ilusão e que o mundo todo está encantado. Concordo em partes, talvez o mundo esteja coberto por mercadorias e fetiches, talvez a vida seja uma ilusão ou várias ilusões, ficções, narrativas que inventamos pra poder dar sentido a um mundo sem sentido. Embora acredite que seu Paulo tenha razão, em um ponto sou inflexível: o mundo, a natureza e seus sujeitos, ou seja, nós mesmos estamos desencantados. Há muito tempo não há magia tampouco deuses existem mais. Justamente por confiarmos tanto na razão e nos seus próceres, cientistas, filósofos e idólatras. Talvez a razão e o discurso hegemônico estejam ganhando corações e mentes há pelo menos uns 200 anos.

Me faço estas perguntas lendo uma filósofa que me tira da zona de conforto, que me faz pensar e me angustia e paro em frases como estas:
(...)
“A história do Ocidente é a da dominação violenta da natureza e de nossa natureza, é obscurecimento das feridas que lhe infligimos e dos sofrimentos a que nos submetemos”

(...)

“A natureza é sujeito e o sujeito uma outra natureza”

(...)

“Pela imaginação torna-se possível obter a harmonia, a reconciliação do desejo e da realidade, da felicidade e da razão de Eros e Logos”

(...)

Frases de Olgária Matos refletindo sobre políticas do desejo e refletindo sobre: “A preguiça como paixão política: luxo, calma e volúpia”

Portanto, se podemos preencher de subjetividade a vida de nossos gatos e cachorros, por exemplo, por que não preencher de subjetividade a vida de outros seres, outros animais, da fauna em geral e da flora? Por que não preencher de subjetividade a vida e o tempo das rochas, pedras, abismos e montanhas, rios e mares? Por que não colocar uma pitada de subjetividade na vida, fluxos e contrafluxos das cidades vivas e selvagens? Há muitos dias no dia disse o poeta que também escreveu que há muitas noites na noite. Por que não resistir a um discurso hegemônico do fetiche e das mercadorias e da reificação de nós mesmos?

(Se eu tiver muitas certezas ou não tiver várias perguntas isso é sinal de que eu não estou entendendo nada?)



@leiamulheres

sábado, abril 15, 2017

Yuyos ruines:


(Henri Carter's Photo)

O narrador propõe outros tipos de relações entre o eu e o outro nas quais​ a linguagem e o espaço tecem tramas inimagináveis, e onde quase tudo está conectado embora as conexões seguem muito além da razão e lógicas clássicas, isto é, greco-romanas ou judaica-cristãs.

quarta-feira, fevereiro 15, 2017

Running everywhere at such a speed

"A bee is never as busy as it seems; it's just that it can't buzz any slower." (Kin Hubbard)