sábado, maio 22, 2010
Viva México
A mí me interesa un viaje a México pues me gusta conocer otras culturas. Tengo ganas de conocer las ruinas Mayas Y Aztecas, a la vez, me interesa la cultura de los pueblos sometidos a esos imperios que todavia mantienen su cultura tan hermosa y trajica a la vez. Mientras, me encanta la posibilidad de aprender un poco del México moderno, un país tan asombroso y sin duda alguna muy marcado por su historia. Sobretodo, tengo ganas de vivir, estudiar y trabajar en México para conocer de una manera más profunda su gente y historia.
terça-feira, maio 18, 2010
Translúcida
Para Ana Cristina C.
Por afrontamento do desejo vivo inquieto. Às vezes tenho medo, às vezes angústia. Imerso no dia a dia, falo pouco, leio muito, aproveito muito pouco. Tento escrever longamente sobre um tema que desconheço, sobre mim mesmo. Estou cansado de ser mulher. Desejo os seios da sereia sequiosa e inexorável.
segunda-feira, maio 17, 2010
Vacilo da vocação
"Precisaria trabalhar - afundar -
- como você - saudades loucas -
nesta arte - ininterrupta -
de pintar -
A poesia não - telegráfica - ocasional -
me deixa sola - solta - à mercê do impossivel -
do real"
ANA CRISTINA CESAR
- como você - saudades loucas -
nesta arte - ininterrupta -
de pintar -
A poesia não - telegráfica - ocasional -
me deixa sola - solta - à mercê do impossivel -
do real"
ANA CRISTINA CESAR
terça-feira, maio 04, 2010
Barthes batendo na cara

Certas leituras e autores me atraem. Não há como fugir deles pois estão toda hora batendo na cara da gente; além de serem prosas irresistíveis. Tenho de tomar vergonha e empezarlos ou começar um romance descrevendo o sorriso de Paula. Paula me desafiou e diz que eu não consigo descrever minha vida. Vou provar pra ela que consigo descrever a minha e a de outrem e descrever seu sorriso. Um sorriso redondo, meio argentino, contido e gordo que mostra a protuberância dos dentes com um certo charme e meio contido, definitivamente argentino.
segunda-feira, maio 03, 2010
de Ana Cristina Cesar

"Segunda história rápida sobre a felicidade - descendo a colina ao escurecer - meu amor ficou longe, com seu ar de não ter dúvida, e dizia: meus pais...- não posso mais duvidar dos meus passinhos, neste sítio - agora você fala até mais baixo, delicada que eu reparo mais que os outros depois de um tempo fora - é como voltar e achar as crianças crescidas, e sentar na varanda para trocar pensamentos e memória de um tempo que passou - mas quando eu fui (aquele dia no aeroporto) ainda havia ares de mistério - agora, é agora, descendo esta colina, sem nenhum, que eu conto então do amor distante, e não imito a minha nostalgia, mas a delicadeza, a sua, assim feliz".
sábado, maio 01, 2010
sábado, abril 24, 2010
antigos e soltos

"A realidae quando incrível ou muito nova corta o desejo do fictício. (tese a ser discutida)"
"O fictício provem de um gosto de velhice - já diria Guimarães Rosa - de uma coisa insatisfeita".
ANA CRISTINA CESAR
... o que podemos imaginar sempre existe, em outra escala, em outro tempo, nítido e distante, como num sonho. RICARDO PIGLIA
durma -se com uma novidade dessas
quinta-feira, abril 22, 2010
It's about time (By Lemonheads )
Bite my tongue
and I won't say a word against anyone
but I don't wanna get my fingers wet
unless it's an accident
fell out on the street
now I'm watching my shoes and I grit my teeth
but I don't have to look that way
if I had half a say
It's about time
It's about time
lick my lips
and I won't hear the end of this
On your knees a reassurance
buy some time and come back for it
before long
before it's gone
patience is like bread I say
I ran out of that yesterday
it's about time
it's about time
enough about us
let's talk about me
if not about you
It's not about sunshine
It's about time
It's about time
touch my leg
It's smooth but there stubble there
I'll fall back and let'em go
only when I know you know
I don't know
make me sure
Have your people contact mine
and keep your lawyer on the line
it's about time (x4)
and I won't say a word against anyone
but I don't wanna get my fingers wet
unless it's an accident
fell out on the street
now I'm watching my shoes and I grit my teeth
but I don't have to look that way
if I had half a say
It's about time
It's about time
lick my lips
and I won't hear the end of this
On your knees a reassurance
buy some time and come back for it
before long
before it's gone
patience is like bread I say
I ran out of that yesterday
it's about time
it's about time
enough about us
let's talk about me
if not about you
It's not about sunshine
It's about time
It's about time
touch my leg
It's smooth but there stubble there
I'll fall back and let'em go
only when I know you know
I don't know
make me sure
Have your people contact mine
and keep your lawyer on the line
it's about time (x4)
sábado, abril 17, 2010
Desculpa

There are many reasons to read fiction, just as many as to choose a particular author to follow. In a way, I have chosen one to follow closely and I find his novels great.
So I came up with this idea of studying one of his books as part of my graduation. This will give me some college credit besides I will be doing what I want which is reading carefully some of his writings.
This story begins two years ago, while watching a lecture at college. The professor holding the lecture mentioned this book "El último lector". The story of the novel sounded really interesting and I got the urge to read the book. Since then, its author David Toscana has become part of my life, that is to say, he has turned into an obsession.
É tudo verdade

"Ignoro se a música sabe despertar da música e o mármore do mármore, porém a literatura é uma arte que sabe profetizar o tempo em que terá emudecido, enfurecer-se com a própria virtude e enamorar-se da própria dissolução e cortejar seu fim". BORGES
Acho que o cinema também é capaz das mesmas façanhas. Hoje, assisti História(s) do cinema de Godard http://www.millarch.org/artigo/historia-do-cinema-reescrita-por-godard. Ao mesmo tempo em que ele desconstrói o cinema suprimindo sua aura, nos prova que no cinema (ou especificamente no documentário) também há espaço para reflexão e autocrítica. O filme também faz uma crítica formal, pois ele executa o que Guy Debord fizera em Societe du spetacle (o filme) http://fr.wikipedia.org/wiki/La_Soci%C3%A9t%C3%A9_du_spectacle_%28livre%29 ou seja, trabalha com muitas fotos, e tela preta (não tão radicalmente quanto Debord) e recorta filmes de uma extensa variedade que vai dos clássicos aos mais insólitos para criticar o cinema e principalmente Hollywood. Se Godard perde em altissonância crítica para Debord, ele pelo menos ganha em poesia. Aliás, pode parecer paradoxal mas Godard faz crítica com um lirismo que choca. (bem francês diriam os francófilos)
sexta-feira, abril 02, 2010
O último leitor
... o que podemos imaginar sempre existe, em outra escala, em outro tempo, nítido e distante, como num sonho. RICARDO PIGLIA
quarta-feira, março 31, 2010
terça-feira, março 30, 2010
Veraline (FEDERICO GARCÍA LORCA)
La canción,que nunca diré,
se ha dormido en mis labios.
La canción,
que nunca diré.
Sobre las madreselvas
había una luciérnaga,
y la luna picaba
con un raio en el agua.
Entonces yo soñé,
la canción,
que nunca diré.
Canción llena de labios
y de cauces lejanos.
Canción llena de horas
perdidas en la sombra.
Canción de estrella viva
sobre un perpetuo día.
domingo, março 28, 2010
o começo do fim
domingo, março 21, 2010
sábado, março 20, 2010
"incluir 4 quartetos"
quarta-feira, março 10, 2010
Representação (ler também Hegel e Lucácks)
domingo, março 07, 2010
Fábula de Anfion

1. "O deserto"
"No deserto, entre a
paisagem de seu
vocabulário, Anfion,
ao ar mineral isento
mesmo da alada
vegetação, no deserto
que fogem as nuvens
trazendo no bojo
as gordas estações,
Anfion, entre pedras
como frutos esquecidos
que não quiseram
amadurecer, Anfion,
como se preciso círculo
estivesse riscando
na areia, gesto puro
de resíduos, respira
o deserto, Anfion".
JOÃO CABRAL DE MELO NETO
paisagem de seu
vocabulário, Anfion,
ao ar mineral isento
mesmo da alada
vegetação, no deserto
que fogem as nuvens
trazendo no bojo
as gordas estações,
Anfion, entre pedras
como frutos esquecidos
que não quiseram
amadurecer, Anfion,
como se preciso círculo
estivesse riscando
na areia, gesto puro
de resíduos, respira
o deserto, Anfion".
JOÃO CABRAL DE MELO NETO
quinta-feira, março 04, 2010
"O Mercado dos Bens Simbólicos"
"O sentimento de estar excluído da cultura legítima é a expressão mais sutil da dependência e da vassalagem pois implica na impossibilidade de excluir o que exclui, única maneira de excluir a exclusão" PIERRE BOURDIEU
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